Atividades Paralelas



Debate Circular: 18 de Outubro - às 15 h
Tema: "Produção Cultural e Musical Independente - pontos básicos"

Debate com os participantes sobre produção independente e seus pontos básicos de organização e desenvolvimento. O debate acontece num formato de perguntas e respostas entre a mesa e o público. A mesa é composta pelos produtores Leonardo Brawl, Marcelo Birck, Moyses Lopes, Paulo Zé Barcellos, Liliane Pereira e Lucas Hanke.
Realização: Circular - Coletivo de Produção

Oficinas:

Na Trilha com Jacobina
18 de outubro - às 12 h (meio-dia)

A oficina tem por objetivo realizar caminhadas em trilhas guiadas pelo Morro Ferrabráz, dialogando e resgatando conhecimentos biológicos, culturais e históricos entre os participantes. Também faz parte da oficina a coleta de sementes florestais, observação e identificação da flora local – apontando para sua importância e utilidade - e promover a troca de informações sócio-ambientais.
Realização: Grupo Viveiros Comunitários


Ocupação verde
19 de Outubro - às 12 h (meio-dia)

A oficina tem por objetivo realizar o plantio de mudas nativas nos arredores do Bardomorro, dando continuidad
e ao trabalho de arborização (pomar de nativas) já iniciado no festival de 2007. Haverá monitoramento e manejo das mudas plantadas em 2007 e novo plantio de árvores nativas da região.
Realização: Grupo Viveiros Comunitário

Ingressos



1º Lote (300 unid.) = R$ 15,00
2º Lote = R$ 20,00
No Dia = R$ 25,00

Pontos de Venda:

Back in Black
Porto Alegre - Shopping Total. Fone: 30187619
Novo Hamburgo – Joaquim Nabuco, 43 , Fone: 30351506
Canoas – Muck, 350, Fone: 32287072
Pedrinho Som
Sapiranga – São Pedro 130, Fone: 35594050
Taquara – Fone: Marechal Floriano 1441, Fone: 35424160

Hocus Pocus
Novo Hamburgo – Visconde de Taunay 78, Fone: 30653790
Teko Tatto
Sapiranga – Carlos Bihl 40, Fone: 35292649

Bit´s Games
Sapiranga – Presidente Kennedy 35, Fone : 35993737
Bardomorro
Sapiranga – Estrada do Carlão 526

Outras Cidades:

Santa Maria – Macondo Lugar, Serafin Valando 643. Fone: (55) 3025 4809
São Chico Botequim, Rua do Rosário 400. Fone: (55) 9605 9537/9635 0020

Sapucaia do Sul - Fone: (51) 84644176 a/c Jeison
Santa Cruz do Sul – Fone: (54) 96455398 a/c Carlos

Caxias do Sul – Dce da UCs - Fone: (54) 9126.4275

Estrela - tel: (51) 9162.1724 a/c Pedro Horn

Lajedo – Fone: (51) 9664.8333 a/c Fabrício Kremer

Passo Fundo – Fone (54) 3313 3602 ou (54) 9987 5357 a/c Leonardo Marmitt

Se na sua cidade não tem ingressos pra vender ligue: (51) 32683105 ou 91488043

Ingressos a venda na Marquise 51 - Cristóvão Colombo 51 - (51) 3226 7914

Inscrições de jornalistas, fotógrafos e cinegrafistas entrar em contato pelo e-mail imprensa@marquise51.com.br com Caco Spector

Outras informações no blog da Marquise 51

Pata de Elefante

Performances viscerais!!

A banda Pata de Elefante surgiu em janeiro de 2002, formada por Gabriel Guedes, Daniel Mossmann e Gustavo Telles. O trio se diferencia por fazer rock instrumental com ênfase nas melodias. São canções instrumentais que atingem em cheio ao público acostumado a ouvir música com vocal. Gabriel Guedes e Daniel Mossman revezam entre guitarra e baixo, imprimindo a dupla sonoridade característica do grupo, sustentada pela bateria de Gustavo Telles. 

Os três são compositores, o que faz com que a Pata de Elefante soe heterogênea, mas com unidade. Em estúdio a banda procura dar às músicas o que cada uma necessita, priorizando timbres arranjos e execução. Ao vivo, "o bicho pega", são performances viscerais! Ao dispensar palavras e optar por canções instrumentais "a Pata segue destruindo e recosntruindo o caminho da música instrumental brasileira de forma marcante e sem volta”, sentencia a jornalista Adreana Oliveira, editora on- line do Correio de Uberlândia e que acompanha de perto o cenário independente brasileiro.


Bandinha Di Dá Dó

Clown Music!

A Bandinha Di Dá Dó surgiu no ano de 2005, entre as andanças de dois artistas em Porto Alegre: o saxofonista e palhaço chileno Cristian “Hermano” e o também palhaço, acordeonista e compositor porto-alegrense Mauro Bruzza. Com a proposta de musicar apresentações circenses, se teve como primeira oportunidade criar a trilha sonora do espetáculo de variedades “Cabaré Valentin”. A dupla sentiu necessidade de companhia e convidou Teimoso Teimosia (Tiago Ritter), que já havia trabalhado em outros projetos com Mauro, e que se adaptou rapidamente assumindo o baixo na banda. Logo, Magnetos (Magnus Viola) entrou com guitarras psicodélicas, abusando dos efeitos sonoros e preenchendo o som com pitadas rock’n’roll. Porém, faltava uma peça fundamental para completar a banda... Eis que num um ensaio aparece Zé (Paulo Zé Barcellos) e pergunta: ninguém vai tocar a bateria? Desde este ensaio a banda consolidou um trabalho e compôs as trilhas de todos os espetáculos “Cabaré Valentin”, que passou pelo Depósito de Teatro, Usina do Gasômetro e outros espaços culturais de Porto Alegre, com atrações teatrais, circenses e de dança, reunindo vários grupos e artistas solo. Com a saída de Cristian Hermano e a viagem de Mauro para Europa, a banda ficou suspensa por um ano e meio. Em 2007, voltou com a proposta definitiva de criar um show musical tendo como personagens principais os palhaços e a arte do que chamou-se didádósamente “clown music”. Assim, a Bandinha segue na estrada e dá continuação aos seus espetáculos em Porto Alegre e outras cidades do RS, sempre com a intenção de levar a cultura, a música e a arte do clown para todos os lugares do Brasil e do mundo.

Os The Darma Lóvers

ZEN ROCK!!


Era final de 1999 quando amigos afinados pela meditação descobrem que suas vozes somadas tem uma vibração extraordinária e decidem fazer música  mixando suas paixões: psicodelia , rock´n roll ,tropicalismo , meditação e algo mais .
Criam então Os the Darma Lóvers  com seu estilo que  de  tão inovador logo é batizado de  zen rock pela imprensa, uma música baseada no folk, no blues e no pop feita para inspirar relaxamento, alegria e  reflexão com qualidade e ousadia, estilo e poesia .
Hoje com 8 anos de estrada  - com direito a 2 de  parada para um retiro de meditação intensiva – a banda conta com 4 álbuns lançados no Brasil, o 5º encontra-se a caminho e seu CD “Laranjas do Céu” recentemente lançado na Europa pelo sêlo Francês Nacopajaz (www.nacopajaz.fr). 
E a história continua ... 

Os the Darma Lóvers são:  
Irínia - voz e incensos 
Nenung - Voz, harmônica e violão
4Nazzo - guitarra
Th  Heinrich - baixo
Sassá - percurssão 



Superguidis

Destaque gaúcho na cena independente nacional


A banda Superguidis lançou seu segundo disco, batizado de A Amarga Sinfonia do Superstar - Senhor F. Discos - em meados de 2007, confirmando sua importância no cenário do novo rock brasileiro. O disco que teve lançamento nacional em São Paulo e depois internacional (Buenos Aires e Montevidéu), repete a receptividade do álbum de estréia junto a mídia especialidade a ao público. O novo disco contou com a produção de Philippe Seabra (Plebe Rude), mixagem dos gaúchos Gustavo Dreher e masterização de Thomas Dreher. 

O disco teve lançamento na Argentina, pelo selo Scatter Records, de Buenos Aires, que também lançou os cariocas Autoramas.

A banda gaúcha Superguidis é a grande revelação do rock independente brasileiro atual. A partir do lançamento de seu disco de estréia – ‘Superguidis’, em 2006, o quarteto conquistou um crescente reconhecimento nacional. Ao longo do ano, crítica e público de várias regiões do país somaram-se ao séquito de fãs locais que acompanham a carreira do talentoso quarteto – Andrio Maquenzi (voz e guitarra), Lucas Pocamacha (guitarra e voz), Diogo Macueidi (baixo) e Marco Pecker (bateria). O disco é um lançamento de Senhor F Discos.

No início de 2006, a banda foi considerada um dos “13 nomes do novo rock que realmente importam”, ao lado de artistas internacionais como Arctic Monkeys, em matéria especial da revista Bizz, a mais importante do país, onde também foi indicada ao prêmio de “banda revelação” de 2006. Em meados do ano, Superguidis foi indicada pela MTV gaúcha como a banda revelação do Rio Grande do Sul, por unanimidade de opinião de críticos e produtores. No final de 2006, seu disco de estréia foi eleito pela Trama Virtual, um dos sites musicais mais importantes do país, o melhor disco independente do ano, a frente de Tom Zé, Mombojó e outros. ‘Superguidis’ também é um dos três melhores discos do ano de 2006 para o jornalista Lúcio Ribeiro e sua coluna Popload.

Myspace

Subtropicais

Uma velha nova invenção

De tudo um pouco, com o quase tudo em demasia. É aquilo de delirante do rock com frio, num feliz encontro de esquina com sambas tristes e desesperados e grooves de um gole só, onde é bebido cada verso de som seco e direto! É história de letra e compasso, descomplicados na contradição pulsante de uma sinfonia, indignada e irônica, de uma revolta ingênua, com dentes afiados! Da tristeza que não vence, se renova e sai do corpo. Tem sul, sol, temporal, pulsação e melancolia. Música subtropical para todos os climas.

Formada no ano 2000, em Porto Alegre, a banda começou a botar em prática idéias despretensiosas de fazer músicas que conciliassem originalidade e qualidade, sem receios para  permear  e  circular  nas  cenas  roqueiras porto alegrense, gaúcha, brasileira e mundial. 

Ao aproximar diferentes vertentes da música contemporânea, o grupo apresenta uma profunda fusão de estilos e ritmos da música brasileira sob uma base forte de rock, com grande naturalidade, competência e a sutileza de abusar da medida certa da experimentação.

A sonoridade característica dos SUBTROPICAIS está em algum lugar entre a inspiração e a criação. Mesclam  os  ritmos  em  uma fusão que não poderia ser nada menos que subtropical.

Onde escutar

Pindorália

Rock Tropicalista


A banda Pindorália trabalha canções autorais desde 2006, e passou por muitos paradigmas até que seu Ser se estruturasse.
Hoje, a banda possui mais de quarenta canções próprias que denotam um estilo que já é característico, misturando elementos do rock com ecos tropicalistas, sentimentos psicodélicos,
atos progressivos e agora, até programações eletrônicas.
A utilização de efeitos eletrônicos e de sintetizadores é usada abertamente no órgão e no contrabaixo, uma vez que a guitarra só entra em cena quando o órgão é desligado, dando maior abertura à canções mais cruas e cortantes. Para completar, a bateria se aventura em ritmos que só se assemelham à imprevisibilidade dos rios e é complementada pelas teclas reduzidas da escaleta e pelo sopro leve de flautas doces e amargas.
 


Severo em Marcha

Rock de Passo Fundo!

A banda foi criada em Janeiro de 2007 pela junção de integrantes de duas bandas confirmadas na cena rock de Passo Fundo, que mudaram para Porto Alegre no início de 2006, visando mostrar seus registros musicais para novos públicos.
O som da SEVERO EM MARCHA é inspirado nas mais ricas e diversificadas vertentes do rock, não necessariamente focadas numa determinada época, mas sim, extraindo o que cada fase trouxe de melhor para a música, ou seja, soando como se houvessem computadores nos campos de algodão do Mississippi na década de 20, ou como se ousasse um pacto com o capeta numa esquina da Av. Oswaldo Aranha em Porto Alegre.
Integram a banda: Ricardo Sabadini (Guitarra e vocal), Gustavo Chaise (Guitarra e Vocal) Reynaldo Migliavacca (bateria), Edu Meirelles (Baixo). A banda segue os trabalhos de composições inéditas e está finalizando seu primeiro disco “O TEMPO É QUANDO EU QUERO

Fruet & Os Cozinheiros

Premiações:
2008
Indicado à Melhor Espetáculo do Ano - Prêmio Açorianos
Indicado à Melhor Álbum Pop - Prêmio Açorianos
Revelação do Ano - Prêmio Açorianos (Fruet & Os Cozinheiros)
Melhor Compositor Pop - Prêmio Açorianos (Marcelo Fruet por "O Som do Fim ou Tanto Faz")
Melhor Projeto Gráfico - Prêmio Açorianos (Everson Nazari por "O Som do Fim ou Tanto Faz")
Destaque Cultura RBS - Menção Especial (Fruet & Os Cozinheiros) 
Melhor Instrumentista -Prêmio Açorianos MPB (Nicola Spolidoro por "Viv e Os Timoneiros")
Top 3 Melhor Baixista - Prêmio Uirapuru de Música Brasileira (Leonardo "Brawl")

Selecinado para o South by Southwest (SXSW), Austin Texas, USA

Lautmusik

Música alta em alemão!


Banda formada no outono de 2006 em Porto Alegre, Brasil. Influenciada principalmente pelo pós-punk dos 80 e pelo guitar rock e shoegaze dos 90, sua música não se enquadra, porém, em nenhuma dessas categorias, já que ambiciona apenas refletir o gosto musical diversificado e as experiências de vida de seus integrantes. O EP autoproduzido de estréia, “Black Clouds with Silver Linings”, com 6 faixas, foi gravado de forma independente em Porto Alegre e lançado em dezembro de 2007.

Desde a estréia nos palcos, em 2007, a banda fez shows em todas as casas tradicionais da capital gaúcha, recebeu convites para festivais, lançou o EP autoproduzido "Black Clouds with Silver Linings", participou da coletânea Retratos Subterrâneos, de São Paulo, foi resenhada na Espanha e teve show citado no blog Popload. 2008 marcou a estréia em festivais (Grito Rock Porto Alegre, Gig Rock V, convite para tocar com Pato Fu, Ratos de Porão e outras 15 bandas no Aquarela Rock, de Sorocaba) e os destaques na capa do site Tramavirtual e do Loaded E-zine, ambos de São Paulo.

Com letras em inglês e alemão, a banda tem o objetivo de amalgamar suas influências, que são variadas e vão de Joy Division a My Bloody Valentine; de The Cramps a Cocteau Twins, mas com uma perspectiva nova, criativa e única.

Myspace

Verde Maduro


Criada em 1978, a Banda Verde Maduro logo se destacou na região do Vale dos Sinos

Pelas composições próprias principalmente pelas letras de cunho social e político sem

Deixar de cantar o amor. A Banda foi desativada em 1987 , retornando em 2004 para algumas apresentações na região. Possui uma demo gravada em 1985 das músicas RADIANTE e EXPRIMIR SUA VIBRAÇÃO. Atualmente encontra-se em estúdio gravando um disco que deverá ser finalizado no final deste ano. A Verde Madura é composta por Paulo Gordo na bateria, Vovô na guitarra, Marco Lima no baixo e Geraldo nos vocais.

Nonsense A Banda

A NonSense - A Banda nasceu em julho de 2005, primeiramente para participar apenas de uma festival que ocorreria no mês seguinte. Apesar dos integrantes mal se conhecerem, rapidamente uma afinidade surgiu entre os integrantes. Com diferentes influências e um repertório de músicas covers (Pink Floyd, The Beatles, Foo Fighters entre outros) a banda passou o restante do ano se apresentando em alguns festivais de Porto Alegre. No entanto no começo de 2006 um fato novo dentro da banda. Músicas próprias. E com elas chegaram não apenas os novos sons, mas também um estilo de fazer e apresentar música bem própria, fazendo jus ao nome do grupo. Acreditando em sua denominação sem sentido, a NonSense - A Banda procura um jeito de trazer algo novo e diferente para música. Não acreditando nos rótulos, mas sim na combinação, na absorção de estilos com a finalidade de devolver às pessoas algo um pouco diferente. Música de circo, valsa, rock dos anos 60, rock dos anos 00, tango tudo entra na musicalidade do grupo. Canções com alternância de tons, de tempo, a NonSense quer mostrar que é possível dar um passo adiante. Em suas apresentações, os integrantes sempre procuram uma forma de surpreender o público, promovendo a interação com o mesmo em uma grande escala. Para a banda, as apresentações são uma via de mão dupla, sendo o público parte importantíssima dos shows.

Acredita que aquele jargão largamente utilizado de que "tudo já foi feito e nada pode ser novo" está equivocado. A banda acredita que o novo é possível. Eles podem até estar errado, mas com certeza estão lutando para que seja verdade.

Sendo assim, nós da NonSense, afinal passamos o release inteiro na 3° pessoa, e somos nós integrantes que estamos escrevendo, escutem nossas músicas para que possam entender melhor nossas propostas.

Estamos tentando colaborar para que a música tome novos rumos. Não estamos sozinhos, afinal os tempos são outros e temos consciência disso. 

Planondas

Gravando seu primeiro cd oficial!

Embora possuam várias musicas disponíveis em sites como Tramavirtual e Myspace, os Planondas nunca chegaram a lançar um cd em grande quantidade.Este trabalho está sendo gravado cuidadosamente, visando um resultado próximo ao conseguido pelas bandas que os influenciam.Uma sonoridade que mistura a sujeira dos Stooges com a contemporaneidade do Primal Scream.

O disco está sendo produzido por Pedro Metz (vocalista da banda Pública), captado por Pedro Porto (baixista da banda Ultramen) e será mixado pelo músico Marcelo Fruet.

Os Planondas podem ser vistos no youtube, nos clipes: "Conselhos de lagarta", "Hey, baby!" e "Nancy boots", e também em algumas músicas gravadas em ensaios, como "Avalon" e "Horse Orbinson".

A banda participou da trilha sonora do longa-metragem Cão sem dono, dirigido por Beto Brant e Renato Ciasca e que foi rodado em Porto Alegre em 2007. 

No show do dia 18/10 no Festival Morrostock 2 todo o repertório do disco que em breve será finalizado, músicas como"Jane Birkin", "Jardim botânico", "Postal song", "Chemical test", "Avalon" e "Horse Orbinson", parceria dos Planondas com Joana Ceccato, vocalista da banda paulista Biônica.


Rinoceronte

Um rock novo feito como antigamente

Despontando como uma das grandes e boas novidades do cenário sulista a Rinoceronte, mostra seu jeito peculiar e genuíno de criar, escrever e produzir sua música, que passeia por referências como Led Zeppelin, Black Sabbath e desemboca no mesmo caldeirão garage/stoner onde estão inseridos ícones contemporâneos como White Stripes e Wolfmother.

Assim a Rinoceronte apresenta suas inegáveis referências, bem como sua sonoridade crua e pesada, calcada no rock mundial que permeou toda a década de 70 principalmente, com seus elementos que transitam entre o fantástico/místico e o real/cotidiano, gerando um som surpreendentemente contemporâneo, hard e ao mesmo tempo pesado, com fraseados, riffs, harmonias e levadas que traduzem o imaginário do trio em uma experiência musical única.

Um furacão hipnótico solto a sua espera.

Myspace Rinoceronte

Julio Reny

O precursor do rock gaúcho, Julio Reny será presença certa na segunda noite de festival

Com seu clássico underground, “Último Verão”, (segundo Carlos Eduardo Miranda, um dos discos mais importantes do rock brasileiro), desde 1983 vem marcando a cena sulista com seu estilo particular de composição. No decorrer daquela década, sua banda Expresso Oriente foi um verdadeiro celeiro de músicos onde passaram Frank Jorge, Edu K, Jimi Joe, entre outros músicos.
No final dos anos 90, o compositor reapareceu na cena com seu terceiro disco sob a capa de countryman com os Cowboys Espirituais, estourando o hit JOVEM COWBOY nas principais rádios do Sul e Sudeste do país.
Desenvolvendo trabalhos paralelos a sua carreira solo (Histórias do Rock Gaúcho), Julio Reny, após o bem sucedido lançamento regional da coletânea “A Caminhada de Julio Reny” (2004), retoma sua veia de compositor rebelde e outsider com “DIÁRIOS DA CHUVA” (2006), um álbum conceitual sobre a maneira pessoal de encarar a relação do frio e do inverno com os dilemas, as memórias e os amores do homem de meia-idade.
Com a teoria de que os gaúchos são os irlandeses do Brasil, Reny juntou um time de competentes músicos e os batizou de “Os Irish Boys” (naturalmente, todos bons bebedores de cerveja) a fim de percorrer os quatro cantos do mundo com sua arte única musical.  


Os Alcalóides

Os Alcalóides são uma banda porto-alegrense de rock.



Formada em 1998, a banda mistura uma forte influência do punk com jazz, bossa, ska, surf music e psicodelia. Nessa busca musical, o grupo participou das coletâneas Sons e Tons, Garagem Hermética Punk Hits, e da trilha sonora do curta de animação X-Coração de Lisandro Santos. Em 2003, gravou um disco com produção de Frank Jorge (Graforréia Xilarmônica), ainda inédito. Este ano, comemorando 10 anos de carreira, os Alcalóides estão fazendo uma série de shows especiais, com participação de músicos importantes pra banda e pra cena roqueira local. Além disso, finalizam seus dois videoclipes de estréia. 

Os Alcalóides são: Julia Barth (vocal), Gustavo Herscovitz (guitarra e voz), Thalis Neckel (bateria), André Van Krause (baixo e voz) e Kellen Z. (guitarra e voz).
Influências: Dead Kennedys, A Novíssa Rebelde, Mutantes, Rocky Horror Picture Show, Ramones, Cristiane F, Ventures, Massacre da Serra Elétrica, Buzzcocks, Tubarão e David Bowie.

Escuta Os Alcalóides aqui:

Veja Os Alcalóides aqui: 

Redoma

Desde 2004 a Redoma escreve a sua história.


Com um propósito sonoro diferenciado por misturar instrumental pesado e dinâmico com um vocal limpo e forte, a banda conquista o seu espaço com um trabalho autoral e independente.
O equilíbrio de diferentes elementos e criativas soluções musicais livra a Redoma de rótulos. Com visual diferenciado e um show de qualidade, arranca elogios da crítica e encanta multidões.
Formada por Cássia (vocal), Nuclear (guitarra/vocal), Klebão (baixo) e Junks (bateria),
a Redoma tem como características letras fortes, arranjos autênticos,melodias marcantes, pressão sonora e uma performance vibrante, o que os torna parte de um movimento em ascensão no cenário atual.

Redoma na rede:
http://myspace.com/redoma
http://youtube.com/redomarock

A Redoma será a terceira atração da noite de sexta feira no Morrostock2

Dominatrix

Atração confirmada Sexta Feira dia 17/10/2008 


A Dominatrix é uma banda formada no final de 1995, considerada a precurssora do movimento Riot Grrrl no Brasil.

A banda surgiu no fim de 1995, pelas irmãs Isabella e Elisa Gargiulo, além de Estela e Diego. O nome Dominatrix só passou a ser utilizado em 1996. A primeira demo foi lançada em janeiro de 1996, chamada "Pink Hair Rules", gravada com Elisa (guitarra e vocal), Isabella (baixo e vocal) e Estela (bateria). Em março de 1996, tocaram junto das bandas No Class e No Violence. Em maio do mesmo ano, com mais uma integrante chamada Ana (guitarra), lançaram a segunda demo chamada "Little Grrls". Em setembro deste mesmo ano, a banda grava duas faixas para a coletânea "SP Punk vol II". E partir do fim de 1996, a banda contou com uma nova guitarrista, Eliane (hoje membro das bandas Hats e Lava), e lança, em março de 1997, a demo "March 8th". Em abril de 1997, Eliane deixa a banda. No mês seguinte, como um trio, o Dominatrix lança a quarta demo, intitulada "all we want is girl unity", e é convidada a fazer parte da gravadora Teenager in a Box. Seu disco de estréia, "Girl Gathering", é lançado em agosto de 97, contando com as músicas das duas últimas demos. O disco é rapidamente vendido, esgotando das prateleiras nove meses depois.

Em junho de 98, a banda grava então seu segundo álbum, chamado "Self Delight", uma parceria da Teenager in a Box com a gravadora Clorine Records, fundada pela vocalista da banda, Elisa. No fim de 1998, Isabella saiu da banda e Mayra Vescovi entra em seu lugar como baixista; a partir daí, Elisa assumiu controle único do vocal. No mesmo ano, a faixa "Redial" do disco "Self Delight" aparece na coletânea "HC Scene vol 3".

Em junho de 99, a banda gravou três faixas para o split com a banda Street Bulldogs, que saiu em agosto do mesmo ano pela Clorine Records. Em 2000, a banda lançou duas músicas ("Burn your house down" e "Halo") na coletânea "Ataque de Nervos", lançada pela Antimidia Records. Em 2001, lançou 4 músicas em um cd split ("Split Bike") com a banda Dance of Days, pela gravadora Teenager in a Box, e nesta mesma época, Flávia entra na banda.

No ano de 2001, o Dominatrix fez turnê pela Alemanha e pela Holanda, com bandas como S.O.L. e Ebola e tocou no prestigiado festival feminista "LadyFest Amsterdam". Durante os meses de fevereiro e março de 2003, o Dominatrix fez turnê nos EUA com a banda Haggard, do selo Mr. Lady. Tocaram em 14 shows em cidades como Los Angeles, Portland, Olympia, Seattle, entre outras. Deram entrevista para o zine Punk Planet e para várias rádios independentes. Tocaram em faculdades e em lugares clássicos como o Gilman Street, em Berkley, CA. Em Portland - OR, gravaram um EP com quatro músicas inéditas que saiu em agosto de 2003. No mesmo EP, há quatro faixas bônus. As mesmas que saíram no "Split Bike".

Em virtude da saída de Flávia e Mayra por não quererem que a banda cantasse em português, Elisa e Debora Biana (bateria) realizaram audições para escolher as novas guitarrista e baixista; a banda conta agora com as novas integrantes Josieta Lucas (ex guitarrista do Sündae) e Adriessa (também integrante do Anti Corpos. A banda agora faz letras em português.

No ano de 2006, a banda comemorou 10 anos de estrada e no show comemorativo contou com a participação especial da fundadora Isabella, que hoje em dia mora em Milwaukee, Wisconsin é casada e tem uma filha de nome Ara.

Além de algumas bandas paralelas das integrantes, o Dominatrix, promove o festival LadyFest Brasil, que promove o movimento Riot Grrrl, fanzines feministas e bandas novas formadas por meninas que não tem tanto espaço para divulgar seu trabalho.

Discografia

     * 1997 - Girl Gathering

    * 1998 - Self Delight

    * 1999 - Split Street Bulldogs & Dominatrix

    * 2003 - Beauville

INOCENTES

Agora todo dia aqui no blog do Morrostock vocês vão conhecer um pouco mais sobre cada atração do festival.

Pra início de conversa vamos com a lendaria banda punk 
INOCENTES (SP).


“Nós estamos aqui para revolucionar a MPB. Para pintar de negro a asa branca, atrasar o trem das onze, pisar nas flores de Geraldo Vandré e fazer da Amélia uma mulher qualquer!”. Clemente


O Inocentes nasceu em agosto de 1981, formado por três antigos membros dos Condutores de Cadáver, banda punk que durou de 1979 a 81. São eles Antônio Carlos Calegari, (guitarra), Marcelino Gonzales (bateria) e Clemente (Baixo), o mais experiente, pois já havia tocado nos Restos de Nada, uma das primeiras bandas punk paulistanas, que ajudou a fundar em 1978, junto com Douglas Viscaino. Os três chamaram o novato Maurício para assumir os vocais.
Não demorou muito para o Inocentes se destacar na cena paulistana, e ser convidado, junto à Cólera e o Olho Seco, a participar da coletânea “Grito Suburbano”, o primeiro registro sonoro das bandas punks brasileiras e lançadas pelo selo Punks Rock Discos em 1982.
Com a explosão do movimento punk paulistano para todo Brasil, o Inocentes conseguiu projeção nacional e se tornou um de seus porta vozes, um manifesto escrito por Clemente para a revista “Galery Around”, da onde saiu a frase “Nós estamos aqui para revolucionar a música popular brasileira, pintar de negro a asa branca, atrasar o trem das onze, pisar sobre as flores de Geraldo Vandré e fazer da Amélia uma mulher qualquer”, causou o impacto de um soco no estômago. Eles viraram personagens do documentário em vídeo “Garotos do Subúrbio”, dirigido por Fernando Meirelles (Cidade de Deus), e exibido no MASP em 1982 e do curta “Pânico em SP”, dirigido por Mário Dalcêndio Jr. No final do mesmo ano, já com um novo vocalista, Ariel Uliana Jr., participam do antológico festival “O Começo do Fim do Mundo” no SESC Pompéia em São Paulo, que foi registrado ao vivo e lançado em disco no ano seguinte em forma de coletânea.
Em 1983, fazem parte da invasão ao Rio de Janeiro por punks paulistanos, tocando no Circo Voador com sete bandas paulistas e mais o Paralamas do Sucesso de Brasília e Coquetel Molotov do Rio de Janeiro. Nesse mesmo ano entram em estúdio para gravar seu primeiro LP, “Miséria e Fome”, que tem dez de suas treze músicas censuradas e acaba virando o compacto “Miséria e Fome”, com apenas três faixas liberadas. Participam do média metragem “Punks”, dirigido por Sarah Yakni e Alberto Gieco, e no final do ano, já em trio com Clemente nos vocais, a banda acaba em pleno palco do Napalm, casa noturna precursora do Madame Satã. Os integrantes dos INOCENTES estavam cansados dos rumos que o movimento punk havia tomado as brigas entre gangs aumentavam a cada dia, não havia mais shows, zines e gigs. Então resolveram encerrar suas atividades.
O Inocentes voltou um ano depois, 1984, com uma nova formação, Antônio Parlato, o Tonhão, na bateria, André Parlato no baixo, Ronaldo dos Passos na guitarra e Clemente nos vocais e guitarra. E também com uma nova proposta, um som mais próximo do pós-punk, e o objetivo de tocar além das fronteiras do movimento, com bandas como Patife Band, Ira! , Mercenárias, Voluntários da Pátria, Smack, 365 e etc... Do chamado Rock Paulista. Foram shows antológicos em locais como: Lira Paulistana, Zona Fantasma, Via Berlim, Rose Bom Bom e Circo Voador no Rio de Janeiro, onde fizeram a abertura de um show da então já conhecidíssima Legião Urbana. Nesse mesmo ano o disco “Grito Suburbano” é lançado na Alemanha com o nome de “Volks Grito”, pelo selo Vinyl Boogie, e a banda é incluída na coletânea “Life is Joke”, junto com bandas americanas, inglesas, espanholas, finlandesas e outras lançadas pelo selo Weird System também da Alemanha.
Foram dois anos na estrada underground quando em 1986, Branco Mello, integrante dos Titãs, leva uma fita demo da banda para a Warner e finalmente são contratados por uma grande gravadora. Lançam o mini LP “Pânico em SP”, produzido por Branco e Pena Schmidth, tornando-se a primeira banda punk brasileira a gravar por uma multinacional. O disco causa estardalhaço na mídia e a banda excursiona por todo Brasil pela primeira vez. As vendas na Warner são boas, mas não superam as expectativas da gravadora, apesar disso a banda conquista respeito e público por todo o país.
O segundo disco sai no ano seguinte, 1987, e se chama “Adeus Carne”, dessa vez é um LP produzido por Geraldo D’Arbilly e Pena Schmidth. E contém hits que martelaram as rádios rock como: “Pátria Amada”, “Tambores” e “Cidade Chumbo”. O show de lançamento realizado no Center Norte, no estacionamento do shopping na zona norte de São Paulo, reúne mais de dez mil pessoas. Apesar de toda aceitação do público, a gravadora deixa a banda de lado por considerá-la “difícil” de trabalhar. O terceiro disco pela Warner veio em 1989, produzido por Roberto Frejat do Barão Vermelho. Este disco soa um tanto confuso, desde a capa, onde a banda aparece nua e algemada, até o conteúdo, uma mistura de rock’n’roll, punk, rap e outros estilos. Estas “confusões” deste trabalho foram resultado da pressão exercida pela gravadora. Não que o disco tenha ficado ruim, contém clássicos como “A Face de Deus” e “O Homem que bebia demais”, mas o clima dentro da banda esquenta, tornando-se praticamente insuportável. O resultado foi à saída de Tonhão e de André Parlato, substituídos por César Romaro na bateria e Mingau no baixo. Por fim o desligamento da banda da gravadora Warner.
O início da década de 90 foi ainda mais complicado, sem gravadora, o INOCENTES ainda teve de aturar uma terrível onda de bandas cover que assolou o país. A banda, traumatizada e desanimada, tomava rumos cada vez mais distantes do punk rock que a consagrou.
Em 1991 um demo tape com a música “O Homem Negro”, chegou a rádio 89FM e obteve ótima aceitação de público, sendo executada com frequência. A música, uma mistura certeira entre punk, rap e rock conquistou novos fãs e abriu novos horizontes para a banda, que em 1992 lança um disco quase acústico os “Estilhaços”, pelo selo Cameratti. Depois de anos atuando no cenário musical, pela primeira vez a banda freqüenta o circuito de shows da Secretaria de Cultura da Cidade de São Paulo, fazendo várias apresentações gratuitas em casas de cultura pela periferia da cidade. A faixa “Faminto”, toca sem parar nas rádios rock e a banda volta a excursionar.
Em 1994, o peso das guitarras começa a voltar no novo trabalho intitulado “Subterrâneo” e é lançado pela gravadora Eldorado. O INOCENTES participa do curta-metragem “Opressão” de Mirella Martinelli, onde interpreta a si mesma e Clemente (vocalista) é assassinado em pleno palco por um bando de Skinsheads nazistas. O filme ganha vários prêmios pelo mundo. Clemente grava com Thayde e DJ Hum, uma versão de “Pânico em SP” que acaba mudando a letra e o nome para “Testemunha Ocular”. A música faz parte da coletânea “No Majors Baby”, produzido por Marcel Plasse, para a gravadora Paradoxx, tornando-se a primeira parceria oficial entre músicos de rock e rap em São Paulo. O INOCENTES faz o show de abertura, na apresentação que os Ramones fizeram no Olímpia em São Paulo, foram três dias de “pancadaria”, com Calegari voltando à banda desta vez assumindo baixo no lugar de Mingau, que foi tocar com Dinho Ouropreto. Os shows deram uma grande repercussão e quando a banda se preparava para gravar um novo CD, outro acontecimento balança o trabalho: saem César Romaro e Calegari. Sem pestanejar, Ronaldo convoca Nonô baterista do Full Range e Clemente chama um velho amigo para assumir o baixo, Anselmo Guarde, (ex-vocalista do SP Caos e ex-baixista do Viúva Velvet e Fogo Cruzado). Com essa formação, no final de 1995, a banda entra em estúdio para gravar seu novo álbum “Ruas”, que foi lançado no ano seguinte, 1996, pela gravadora Paradoxx. O novo disco retoma a pegada punk, a banda toca no primeiro Close-up Planet, junto com o Sex Pistols, Bad Religion, Silver Chair e Marky Ramone, integrante do Ramones, que profere elogios à banda, ao show, ao novo disco e acaba amigo dos INOCENTES. Desta amizade surge uma parceria e os músicos dividem vários shows pelo interior. A apresentação no Close-up repercute bem e os Inocentes caem na estrada, chegando até Recife onde eles se apresentaram no Abril pro Rock de 1997.
No ano seguinte, 1998, eles entram em estúdio para gravar “Embalado a Vácuo”, seu novo trabalho. O álbum chega a ser lançado pela Paradoxx, e esta gravadora repassa este trabalho para a poderosa Abril Music, que o relança em 1999, com capa nova e dois bonus tracks. A música “Cala a Boca”, invade as rádios rock, e chega a ficar dois meses em primeiro lugar na rádio Brasil 2000, de onde só é desbancada pelo Kiss que desembarca no Brasil para um show no autódromo de Interlagos. A banda não deixa barato e faz sua parte, realizando dois shows memoráveis um com o Ultraje a Rigor na USP e outro com o Ira! no SESC Itaquera, onde reuniram mais de dez mil pessoas por show. O banho de água fria foi a chegada de Marcos Maynard, novo presidente da Abril Music, que simplesmente colocou a banda para “escanteio”. Foi um baque, o INOCENTES ainda chegou a gravar, já em clima de despedida, o disco “O Barulho dos Inocentes” produzido por Clemente e Rafael Ramos, com versões de várias canções punks nacionais que a banda gostava. Chegaram a fazer uma versão sofrível para “I Wanna Be your Boy Friend” dos Ramones, aliás, uma versão sob encomenda para a gravadora. Fizeram também a versão matadora para “Should a stay or shout i go” do The Clash, que não foi liberada a tempo e infelizmente acabou não saindo no disco. A versão sequer foi aproveitada pela gravadora.
Em janeiro de 2001, já fora da Abril Music, os INOCENTES finalmente grava um disco ao vivo, no SESC Pompéia em São Paulo. O trabalho de nome “20 anos ao Vivo” é licenciado para o selo RDS, e não tem nenhuma correção posterior em estúdio, é um ao vivo completamente ao vivo. Os INOCENTES fazem ainda o show de abertura do Bad Religion no Credicard Hall, e simplesmente destruíram. Todos estavam animadíssimos, mas, como não poderia deixar de ser, novo abalo: Ronaldo dos Passos resolve deixar a banda após quase 20 anos de estrada, alegando problemas pessoais. Ronaldo era o integrante que estava a mais tempo na banda, depois de Clemente. Um fato desagradável: toda a banda ficou esperando o músico na passagem de som de um show no Woodstock, casa noturna em São Paulo, ele simplesmente não apareceu, e a banda foi obrigada a fazer o show em trio. Assim fizeram os três shows seguintes, sendo um deles o primeiro que a banda realizou em Maceió no festival “Acendedor de Candeeiros”. Quando a banda participa da versão paulista do Abril pro Rock no SESC Pompéia, já conta com André Fonseca (Okotô) nas guitarras. Recomeçam tempos difíceis, Nonô sai da banda e passam três bateristas Rodrigo Cerqueira (ex Skuba), Calabreza (Okotô) e Edgard Avian (ex Gritando HC). Os INOCENTES ainda participam do “Bananada” em Goiânia, das “Noites do Sr. F” em Brasília enquanto vai preparando um novo CD.Foram seis meses no estúdio, compondo e ensaiando, no final de todo esse tempo eles só tinham quatro músicas prontas. Apesar da admiração de Clemente por André os processos de composição não casavam.
Neste meio tempo, Ronaldo, após tocar com o Kid Vinil no Magazine além de outras bandas sem expressão, encontra Clemente em uma balada e a dupla voltou a ativa. Com a saída de André Fonseca, saiu também o baterista Edgard e em seu lugar foi convocado Frederico Ciociola, o Fred. Em 2003, a banda fecha com o lendário selo Ataque Frontal e em dois meses compôs e gravou “Labirinto” produzido pela própria banda e gravado no estúdio Nimbus. “Labirinto” saiu em 2004 e foi muito bem aceito pela crítica alternativa. Novo golpe, o baterista Fred é obrigado a se mudar para o interior de Minas Gerais por problemas pessoais, o que impossibilita sua permanência na banda, Nonô o velho parceiro, é convocado para assumir novamente as baquetas e aceita no ato, o que poderia ser um fim triste se torna um feliz recomeço, de novo uma das formações clássicas da banda está de volta.

2007

Com fôlego renovado o Inocentes ganha novamente a estrada, e que estrada, com a repercussão causada pelo documentário “Botinada”, lançado pela gravadora ST2, dirigido por Gastão Moreira (ex-apresentador do Musikaos na TV Cultura) e produzido por Clemente, que conta a história dos primórdios do punk paulistano de 1978 a 1984, a banda iniciou uma turnê gigante, por mares nunca dantes navegados, que começou em Palmas no Tocantins, passou por Belém do Pará, atropelou o festival Porão do Rock em Brasília e continua Brasil a fora, passando por Campo Grande no Mato Grosso do Sul e resulta em um DVD gravado ao vivo em São Paulo no Centro Cultural São Paulo que e se chamam Som e Fúria, uma boa maneira de se comemorar 26 anos de estrada.
Está nos planos da banda à gravação de uma coletânea só para o mercado externo, com canções antigas e novas regravadas pela atual formação, o CD ainda sem nome deve sair na Argentina, Chile, Venezuela, Alemanha, Espanha e Portugal. E ainda um disco de inéditas que já tem nome “Cemitério de Automóveis” e pela primeira vez vai ser lançado aos poucos na net, à medida que for sendo definidas as músicas compostas e gravadas, para só no fim desse processo se transformar em um CD.
Finalmente o DVD dos Inocentes será lançado no mês de outubro de 2008, pela Monstro Discos gravadora de muito prestígio da cena Independente.
Ufa... Aja fôlego.

Os Inocentes encerrram a primeira noite do Morro, 17/10-sexta.

OS INOCENTES SÃO:

ANSELMO "MONSTRO" – BAIXO
CLEMENTE – GUITARRA E VOZ
NONÔ – BATERIA
RONALDO – GUITARRA

www.myspace.com/inocentes

Programação Oficial BANDAS

MorroStock 2 - 2008

17 de outubro - SEXTA - 21h:

Os Inocentes (SP)
Dominatrix (SP)
Redoma (POA)
Os Alcalóides (POA)
Lautmusik (POA)
Rádio Camboja (Novo Hamburgo)
Rinoceronte (Santa Maria)
Cü Sujo (Lajeado)
Nunca Mais! (Sapucaia)
Filhotinho (Estrela)
Belle (POA)
Jay Adams (POA)
Gertrudes(Sapiranga)

18 de outubro – SÁBADO - 18h:

Ney Van Soria
Pata de Elefante
Júlio Reny e Os Irish Boys
Identidade
Barata Oriental
Cartolas
Superguidis
Planondas
Dinartes (Passo Fundo)
Severo em Marcha (Passo fundo)
Amigo Lagarto (Canoas/Sapucaia)
Ecosofia (Sapiranga)
Verde Maduro (Sapiranga)

19 de outubro – DOMINGO - 14h:

Os The Darma Lovers
Laranja Freak
Fruet e Os Cozinheiros
Subtropicais
Bandinha Di Dá Dó
Pindoralia (Caxias do Sul)
Nonsense - a Banda
Daniel e Saturno Experiment
Dose de Rock (Sapiranga)

Lançamento da Programação

A programação completa do MorroStock Open Air Festival será divulgada na noite de 6 de setembro, sábado, com show da banda Os Replicantes e abertura da Ligante Anfetamínico, de Caxias do Sul.

O festival promete para esta edição, uma programação com mais de 30 bandas gaúchas e de renome nacional, além de oficinas, palestras e debates que abordarão desde produção cultural até preservação do meio-ambiente.

SERVIÇO:

LANÇAMENTO DA PROGRAMAÇÃO DO MORROSTOCK 2 - OPEN AIR FESTIVAL
Show com Os Replicantes
Abertura: Ligante Anfetamínico (Caxias do Sul)
Data: 6 de setembro de 2008 - sábado
Ingressos: 10 reais
Horário: 22 horas
Local: bardomorro - Estrada do Carlão S/N - bairro Amaral Ribeiro,
Sapiranga / RS (em frente ao Campo de Pouso do Morro Ferrabráz)
Fone: (51) 9108 1869
Bar com bebidas, diferentes opções de lanches e jogos.

Prévias com VELHAS VIRGENS


Nesta sexta, dia 15, show com
VELHAS VIRGENS
no Bardomorro.

Ingressos a R$ 25,00 na hora
Antecipados a R$ 20,00 no Bardomorro

Camping gratuito para o público do show.

Informações pelo fone: (51) 9108 1869

Data do festival


17, 18 e 19 de outubro de 2008


no Bardomorro

- Sapiranga / RS -



Prévias MorroStock com M.i.p.V.


Músicas Intermináveis para Viagem (ou M.i.p.V.) é o nome do duo instrumental que vai estar no bardomorro dia 1 / 08 nas Prévias MorroStock.

A banda de trip rock, formada por Laura L. e Dudu Essarts, tem um rock que vai do lounge à distorção, experimentando diferentes sonoridades e ritmos (do jazz ao eletrônico), apenas com guitarra e bateria.
A M.i.p.V., que também tocou no MorroStock 2007, está com turnê na Europa marcada para iniciar e setembro deste ano.
TokStock: quem esteve no Gig Rock 5 pode conferir o excelete show que fez a M.i.p.V...


Prévias MorroStock 2 com M.i.p.V.

Show com Músicas Intermináveis para Viagem (M.i.p.V.)

Dia 1 de agosto de 2008 - sexta

Às 22h

Ingressos a R$ 10,00

No bardomorro: Estrada do Carlão S/N - bairro Amaral Ribeiro
Sapiranga / RS (em frente ao Campo de Pouso do Morro Ferrabráz) Fone: 51 91081869

Prévias MorroStock com LOCOMOTORES


A próxima noite de “Prévias MorroStock 2” será com a Locomotores, que já é apontada como uma das principais bandas do cenário rock no Rio Grande do Sul. Formada por músicos experientes como Maurício Chaise (guitarra e vocal), Jerônimo “Bocudo” (baixo e backing vocal), Márcio Petracco (guitarra e backing vocal), Alexandre "Papel" Loureiro (bateria e backing vocal) e Luciano Leães (teclados e vocal), a banda vem surpreendendo público e mídia com a qualidade de suas músicas e de sua performance. A LOCOMOTORES participou como uma das principais atrações do MorroStock 2007.
TokStock: A música "A Festa" está direto no paradão da rádio Ipanema Fm e é um som de influências diretas do leste europeu; vale conferir ao vivo...
Prévias MorroStock 2
Show com Locomotores

25/07/08 - sexta

Às 22 horas

Ingresso: R$10,00

No bardomorro - Estrada do Carlão S/N - bairro Amaral Ribeiro
Sapiranga / RS (em frente ao Campo de Pouso do Morro Ferrabráz) Fone: 51 91081869

Inscrições Abertas MorroStock 2


As inscrições para o MorroStock 2 estão abertas a partir de hoje, 1 de julho, para as bandas interessadas em participar.

As bandas devem enviar:

- link de MySpace completo (com fotos, músicas, textos, etc)
- nome do responsável pela banda e contato (telefone e e-mail)

Somente serão aceitas no festival, bandas que tocarem músicas próprias (não serão aceitas bandas covers).

Podem se inscrever as bandas de qualquer parte do Brasil e do exterior.

As incrições vão até 10 de agosto e devem ser feitas SOMENTE pelo e-mail:
morrocuradoriastock@terra.com.br

Após a inscrição, é só aguardar. As que forem selecionadas serão contatadas pela produção do festival.

SEJAM BEM VINDOS AO MORROSTOCK 2 OPEN AIR FESTIVAL !!!

Wander Wildner y Sus Comancheros nas Prévias MorroStock 2




O show do Mr. Wildner e dos seus Comancheros estreou as "Prévias MorroStock 2" e não podia ter sido melhor. Com o bardomorro lotado, WW mostrou as novas canções do disco La Canción Inesperada - e também algumas das clássicas - acompanhado dos comancheros Jimi Joe, Biba Meira, Arthur de Faria e Milton Sting.


Quem tiver fotos do show, pode mandar para morrostock@gmail.com


Valeu pessoal do som e equipe WW. Valeu Cabelo, Juli e toda equipe do bardomorro!
Valeu a todas as pessoas que exorcisaram seus demônios na sexta-feira 13 de "Prévias MorroStock 2"! Foi muito bom.

TokStock: dia 18/06, quarta, Wander Wildner lança o disco novo no Opinião, em Porto Alegre. Abertura: show da BANDINHA DI DÁ DÓ.